Eleição Conselheiro Tutelar – Retificação

No dia 24/09/2019 (Terça-Feira), saiu a retificação do Edital de Eleição para Conselheiro Tutelar, onde é permitida a campanha eleitoral nas redes sociais (Facebook, Whatsapp), mas é vedada a campanha nas redes sociais vinculada a política partidária, bem como denegrir a imagem dos outros candidatos.

Retificação do Edital na íntegra aqui

7 DE SETEMBRO 2019

A Prefeitura de Jequitaí convida todos a participar neste Sábado a partir das 08:00hs na Praça Cristo Redentor para o evento cívico de 7 de Setembro com a seguinte programação:

  • Hasteamento da Bandeira;
  • Apresentação da Fanfarra Mirim da Escola Municipal Heroíades Fonseca;
  • Apresentação da Fanfarra Municipal.

Haverá também a apresentação das Instituições Municipais e Estaduais:

  • Creches Municipais;
  • APAE
  • Escola Municipal Heroíades Fonseca;
  • Escola Estadual Cônego Clemente Laurens.

MP ITINERANTE

No dia 27/08/2019 O Ministério Público em parceria com a Prefeitura, Copasa, Polícia Civil, Cartório, Conselho Tutelar e as Secretárias de Saúde e Assistência Social realizaram na Praça Cristo Redentor o 1º MP ITINERANTE, oferecendo vários serviços à população de Jequitaí.

Galeria de Fotos – Click Aqui

NOTÍCIA

Inicialmente habitado por índios, o atual município de Jequitaí tem sua história ligada ao ciclo do ouro. A riqueza mineral da região foi descoberta no ano de 1872, já no final do Império do Brasil, por viajantes que faziam o trajeto da Vila de Formigas (hoje, Montes Claros) para a Vila Nossa Senhora do Bom Sucesso e Almas da Barra do Rio das Velhas (hoje, Barra do Guaicuí, distrito pertencente a Várzea da Palma).

Ao atravessarem um rio, no lugar denominado Porto Inhay, eles encontraram diamantes de qualidade apreciável e ali se estabeleceram. Depois, prosseguindo em sua viagem, chegaram à fazenda do major Cipriano de Medeiros, mais tarde Barão de Jequitaí, a quem venderam os diamantes. O major, por sua vez, os comercializou em Diamantina. A notícia do descobrimento das preciosas pedras se espalhou, trazendo, às margens do referido rio, gente de toda a parte. Mais ou menos 500 garimpeiros acamparam em choças de palha e capim e formaram um arraial. A maior parte desses garimpeiros era procedente de Diamantina e, em homenagem a eles, hoje existem, na cidade, algumas ruas com os nomes: Diamantina, Mendanha, Inhay etc.

Pela Lei Provincial nº 1 996, de 14 de novembro de 1873, a povoação foi elevada à categoria de Vila de Jequitaí, com sede no Arraial do Senhor do Bonfim, no então município de Montes Claros. Dois anos depois, a Lei nº 2 145 transformou a Vila de Jequitaí em distrito pertencente a Montes Claros. Pela Lei Provincial nº 2 810, de 4 de outubro de 1881, foi, a sede, transferida para o Arraial de Nossa Senhora da Conceição de Jequitaí. Pela Lei Provincial nº 3 276, de 30 de outubro de 1884, foi elevada à condição de “cidade de Jequitaí”, época esta de notório desenvolvimento, motivado pela lavoura e, em grande parte, pela extração de seus diamantes.  No entanto, o povo de Jequitaí gozou as regalias de cidade por pouco tempo, já que a Lei nº 44 de 17 de abril de 1890 reduziu a cidade a um simples distrito, passando a denominar-se Vila Nova de Jequitaí e sofrendo um grande revés, voltando a pertencer a Montes Claros. Em 1948, foi proclamada a independência político-administrativa de Jequitaí, sendo elevada novamente à categoria de cidade pela Lei nº 336 de 27 de dezembro de 1948, constituída somente pelo distrito da sede.

 

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